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Portal do Ministério da Educação tem ferramenta para sanar dúvidas sobre a Base Nacional Comum Curricular

A nova ferramenta tem respostas para diversas questões, que vão desde o que é a BNCC, passando pelos benefícios que as mudanças vão trazer para os estudantes, até como ficará o Enem

Para sanar dúvidas sobre como funcionará a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do ensino médio e quais os principais pontos da nova diretriz que irá nortear a educação no Brasil, o Ministério da Educação disponibilizou uma página na internet com perguntas e respostas sobre o tema.

Nela, gestores da educação, professores, pais e alunos poderão ficar por dentro do documento que define os conteúdos que todos os alunos têm o direito de aprender no decorrer do percurso escolar. De forma simples e direta, o questionário tem o objetivo de ajudar que os interessados saibam tudo sobre a BNCC de forma rápida e objetiva, sem a necessidade de consultar diversas páginas na internet.

A nova ferramenta tem respostas para diversas questões, que vão desde o que é a BNCC, passando pelos benefícios que as mudanças vão trazer para os estudantes, até como ficará o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Dúvidas sobre ampliação da carga horária, quais serão as competências obrigatórias e específicas, ensino a distância e processo de transição da metodologia atual para a nova também poderão ser solucionadas.

Além disso, a página disponibiliza as legislações que permitiram as mudanças e um histórico com todas as informações de como o documento foi criado. Os interessados ainda saberão que outros países também adotaram a mesma linha de desenvolvimento de competências.

Base Nacional Comum Curricular

Homologada no dia 14 de dezembro, a Base Nacional Comum Curricular está organizada por áreas do conhecimento (linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas e sociais). Língua portuguesa e matemática devem ser ministradas em cada um dos três anos do curso. Os demais componentes curriculares continuam obrigatórios e serão abordados conforme os arranjos curriculares das escolas.

A carga total será de 3.000 horas, sendo 1.800 para as competências e habilidades da Base e 1.200 para os itinerários formativos, que visam aprofundar as áreas de conhecimento e a formação técnico-profissional, conforme a escolha do aluno.

Os currículos deverão estar estruturados até junho de 2019. Entre julho e setembro, haverá consultas públicas regionais nos estados. Os novos documentos deverão ser analisados e aprovados pelos conselhos estaduais de educação entre outubro e dezembro, para serem aplicados a partir do início do ano letivo de 2020. As primeiras turmas irão se formar em 2022.

Fonte: Governo do Estado de Minas Gerais | http://www2.educacao.mg.gov.br

Postado por: ABIME | www.abime.com.br

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